Este lugar vai ser o seu companheiro na divisão de Mambos e Problemas. Makas também são aceitaveis. Todo e qualquer problema poderá encontrar alívio aqui. Envie toda a sua carga para aqui. Não se iniba. Divida connosco o que o(a) apoquenta.

AngoProblemas

PROBLEMAS INTÍMOS

PROBLEMAS EM CASA

PROBLEMAS NO TRABALHO

PROBLEMAS NA COMUNIDADE

PROBLEMAS COM AS AUTORIDADES

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PROBLEMAS POLÍTICOS

PROBLEMAS INTÍMOS

PROBLEMAS ENTRE NAMORADOS

PROBLEMAS PEQUENOS

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PROBLEMAS COM VIZINHOS

APENAS PROBLEMAS

OUTROS PROBLEMAS

 A Vingança

 

Gaspar e Guida eram vistos como um casal feliz. Casados a 12 anos tinham dois filhos. Marta chará da avô maternal de 10 anos e Tony chará do avô paterno de 6 anos. Viviam no marçal junto a ex-DNIC e levavam uma vida simples mas cheia alegria. Ele era trabalhador de construçao civil e ela funcionária do ministério das finanças. Nao tinham planos para mais filhos, mas como diziam caso houvesse um acidente, algo nao previsto, seria benvindo. Estavam satisfeitos vistos que, tinham as coisas bem avançadas para conseguirem uma casa na nova urbanizaçao do Kilamba Kiaxi. Os filhos eram bem aplicados na escola e o casal dava-se muito bem com os sogros e o resto da familia de ambos.   Guida no entanto estava ficando preocupada. Nos últimos 3 meses Gaspar estava com hábitos que nao lhe eram peculiares. Normalmente saia do trabalho e vinha direitinho para casa, mas últimamente chegava tarde a casa, dizendo sempre que tivera mais trabalho do que o habitual.

Começou também a gastar mais dinheiro do que era normal. Guida sempre tivera livre accesso a conta bancária do marido, usando as facilidades que a internet hoje oferece, e notava uma clara mudança nos hábitos financeiros do marido. Notava por exemplo que as sextas feiras tirava  regularmente dinheiro de sua conta bancária. Outra coisa que lhe parecia estranha, era a forma como Gaspar vestia-se. Como técnico de construçao civil, ele trabalhava em projectos habitacionais e lidava principalmente com croquis de casas e prédios e assistia engenheiros em vários aspectos de construçao civil. Vestia-se bem mas nunca usava perfumes caros e nem era muito cuidadoso com sua aparencia. Agora barbeava-se todas as manhas e fazia questao de estar bem arrumadinho e bem cheiroso. Guida chegou a conclusao que lhe parecia mais lógica: Gaspar tinha uma amante. Preocupadíssima coonsultou uma amiga intima a quem confidenciou suas suspeitas. A amiga, jovem como ela, concordou que Gaspar dava todos os indícios de alguém que estava se encontrando com alguém novo em sua vida. Depois Guida confrontou Gaspar. Falou-lhe das mudanças, das desculpas esfarrapadas que dava quando chegava tarde e ameaçou-o de que caso estivesse a ter um affair havia de se dar mal quando ela o descobrisse. Gaspar jurou de pés juntos que era inocente. Que as coisas no trabalho estavam a complicar-se e que ele precisava mudar seu visual, sua atitude geral para com o trabalho para poder mante-lo.

 

Vinganca

 

 Guida nao acreditou numa palavra de tudo o que Gaspar dissera.  A desconfiança entrou naquele lar. Guida e Gaspar começaram a discutir com frequência. Ficavam dias sem se falarem. Passaram a dormir de costas viradas devido as discusoes constantes. Gaspar sentia-se apertado no trabalho e em casa. Guida sentia-se nao amada, sentia que estava perdendo o marido. No trabalho confidenciou-se a uma amiga. Esta por sua vez contou as confidências a um outro colega, que a muito sentia-se atraido a Guida. Vendo nisso a sua grande oportunidade, começou a paquerar Guida. Começou com coisas bem pequenas. Fazia cafés para ela. Elogiava o seu penteado. As roupas que ela usava. Nao perdia uma oportunidade par air almoçar com ela. Guida por outro sentia-se bem. A muito que em casa eram só discusoes e receber um pouco de atençao de alguém que se importava começava a fazer diferença em sua vida. Tempos depois Gaspar teve de viajar para Benguela por dois mêses. Havia um projeto por concluir naquela provincia e a companhia pediu que este o fosse concluir. Tiveram uma grande discusão por causa disso. Gaspar viajou para Benguela. Estava disposto a mudar de emprego. Nao podia continuar naquela vida, cheia de pressão. Guida nao confiava em si. Amava-a profundamente e queria voltar a ter a vida boa e agradável que sempre tiveram. Enquanto fora  falou com um ex-colega no instituto onde se formara. Este ocupava agora uma posiçao de direcçao numa empresa de grande porte sediada em Luanda. O amigo depois de ouvi-lo ofereceu-lhe uma posiçao boa para a qual estavam procurando alguém competente e dedicado. Nao teria de trabalhar horas extras, nem viajar para longe da familia. Dicidiu ligar para a esposa para dar-lhe a boa nova. Ligou várias vezes para o movél dela, mas sem sucesso. Concluiu que devia ser mais um dos problemas dos pessímos serviços de telecomunicaçoes da cidade. Como já estava no final do projecto dicidiu dar a boa nova em pessoa a sua querida. Não diria nada, nem que o projecto termnara duas semanas antes do previsto. Far-lhe-ia uma surpresa agradável. Levava consigo um diário onde escrevera todas suas actividades diárias, estavam lá também seus sentimentos e emoções por que passara durante os últimos seis meses. Sabia que tinha cometido o erro de não se abrir com Guida quando toda aquela confusão no serviço começara. Assim teria evitado as dúvidas, incertezas e desconfianças que levaram a aquele estado de coisas entre eles. Mas sabia que ela o amava e que ultrapassariam juntos aquele periodo difícil. Daria a ela o diário e ela compreenderia. Lá estava também a nova proposta de emprego. Chegou a Luanda propósitadamente num sabádo. Sabia que aos sabádos a cunhada apanhava os miúdos e os levava a sua quinta na Viana, onde estes adoravam passar o dia com os primos. Assim poderia dar a boa nova a Guida e matar todas as saudades de não vê-la por 6 semanas.  Chegou a casa as 14 horas. Trazia nas maos um ramo lindo com rosas de porcelana e outras flores que complementavam a beleza destas. Ao chegar a casa, parqueou o carro á alguns metros longe da casa. Abriu a porta do quintal devagar para surpreender a esposa e dirigiu-se para dentro  da casa.  Ouviu sorrisos vindo do quarto. Aproximou-se mais do quarto. Ouviu vozes e sussuros. Aproximou mais e não acreditando no que via enconstou-se junto a armário que estava bem próximo de si.  Pousou o diário na mesinha da sala. Entrou no quarto, para confirmar as suas suspeitas. O que Gaspar viu deixou-o petrificado.  Guida complemetamente nua na cama com seu colega de trabalho. Estes ao verem-no saltaram da cama. O colega temendo por sua boa saúde, pegou em suas roupas e encostou-se junto ao guarda fato. Guida estarrecida sem compreender o que se passava, tentou balburciar algumas palavras mas nao pode faze-lo. Um turbilhão de ideias passou pela cabeça de Gaspar. Não sabia o que fazer. Quis partir para cima do homem. Controlou-se. Se ele estava ali era porque sua esposa o convidara. Quis gritar para ela. Dicidiu não faze-lo. Sentiu o coração bater rápido. Sábia que se usasse de violência causaria muito estrago naqueles dois. Guida lacrimejava. Compreendia  ao ver o marido ali de pé, com o ramo de flores na mão, que tinha feito a maior burrada de sua vida. Que descera muito baixo. Olhou para o colega e viu um homem com medo. Gaspar avançou até a banca junto a cabeceira da cama e lá deixou as flores, sem dizer nada. Pousou a pasta que tinha as costas no chão e sem voltar a olhar para os dois saiu do quarto. O colega rápidamente vestiu-se e desapareceu. Estava mais preocupado com sua vida do que com o que aconteceria a Guida. Queira por-se ao fresco. Nunca devia ter vindo para a casa de outro homem e usado sua cama e sua esposa. Compreendeu também o perigo por que passava. Saiu dali quase voando e dando graças a deus por estar completo. Gaspar dirijiu-se ao quarto de banho, tirou a roupa e tomou um duche. Precisava muito tomar um banho. O coração ainda batia rápido. Saiu do banho e encontrou Guida chorando na sala. Dirijindo ao quarto vestiu-se e saiu. Guida pegou no diário que Gaspar deixara na sala. Começou a lê-lo do princípio ao fim. Quanto mais lia mas sentia um forte aperto no peito.  Arrenpedeu-se profundamente do que fizera. Nos últimos 20 dias em que se envolvera com o colega, compreendeu que este estava interessado no corpo dela, não nela como pessoa. Apercebeu-se também que amava Gaspar mais do que nunca. Tinham uma vida juntos. Filhos. Uma história, que ela agora compreendia que manchara. Gaspar nunca a traira. O diário era bem claro. Estivera a beira de perder o emprego e para nao sacrificar a família não abriu-se com eles. Suas explicaçoes eram verdadeiras. Chorou ainda mais. Queira pegar numa esponja molhada e apagar tudo o que fizera nos últimos seis mêses. Naquela noite Gaspar voltou a casa. Guida estava na sala a espera dele. Para conversar. Ouvi-lo gritar, chamar-lhe todos os nomes que ela merecia. Guida queira pedir perdão. Explicar-se. Gaspar assentou-se em frente a televisão, vendo imagens mas sem prestar muita atençao a elas. Guida ajoelhou-se a frente dele. Apenas chorava. Começou a falar. Pedia perdão. Falou sem obter resposta. Gaspar impavido, depois de ouvi-la dirijiu-se ao quarto, pôs o pijama e deitou-se. Guida depois de duas horas fez o mesmo. Dormiram de costas viradas naquela noite. Nas 4 semanas seguinte a cena repetia-se. Voltavam do trabalho. Os miudos voltavam da escola. Guida tentava falar com o marido. Gaspar nao prestava atençao e nada dizia.  Nao havia contacto fisíco entre eles. Os miudos notaram que o pai nao falava com a mãe. 6 meses depois Guida era hospitalizada, devido a problemas de foró cárdiaco.  Depois disso saiu do hospital e foi viver com seus pais. Compreendeu que o que fizera a Gaspar nunca teria perdão da parte deste.

 

Resultado:

A vida e a felicidade de uma familia foi destruida por falta de boa comunicaçao e confiança.

 

Sugestões: 

·         Deixe seu companheiro saber ao pormenor do que se passa em sua vida.

·         Não tenha segredos para o seu companheiro

·         Conversem abertamente sobre tudo

·         Nao beije outra mulher. Não beije outro homem

·         Seja fiel. Seja Leal. Casamento é sagrado.

·         Perdoe se haver razões para acreditar que o(a) prevericador(a) vai mudar de comportamento

·         Acima de tudo nao permita que outro homem ou mulher interfira em seu relacionamento.