Este lugar vai ser o seu companheiro na divisão de Mambos e Problemas. Makas também são aceitaveis. Todo e qualquer problema poderá encontrar alívio aqui. Envie toda a sua carga para aqui. Não se iniba. Divida connosco o que o(a) apoquenta.

AngoProblemas

PROBLEMAS ENTRE NAMORADOS 

Triangulo amoroso ou triangulo promiscúo ?

PROBLEMAS EM CASA

PROBLEMAS NO TRABALHO

PROBLEMAS NA COMUNIDADE

PROBLEMAS COM AS AUTORIDADES

PROBLEMAS DE SAÚDE

PROBLEMAS NA ESCOLA

PROBLEMAS PESSOAIS

PROBLEMAS POLÍTICOS

PROBLEMAS INTÍMOS

PROBLEMAS ENTRE NAMORADOS

PROBLEMAS PEQUENOS

PROBLEMAS DE GRANDE DIMENSAO

PROBLEMAS COM VIZINHOS

APENAS PROBLEMAS

OUTROS PROBLEMAS

 

Não deviam os mais vellhos deixarem as miúdas casarem com os miúdos ? Ou seja, os jovens casarem-se com os jovens ? Jovens deviam namorar jovens e pessoas mais maduras namorarem com gente da sua geração.

João sempre gostou ‘pra caramba de Carla. Conheceram-se quando estudavam o ensino médio. Ele 18  ela 16 anos. João acreditava que Carla um dia o aceitaria como namorado. Tudo nela dizia que gostava dele. Até alguns beijos roubara dela. Infelizmente para sua desgraça, quando ela fez vinte anos e frequentava o segundo ano da faculdade, conheceu Mário um senhor de quarenta e sete anos, com quem começou a namorar.  

Mário realizou os sonhos matérias de Carla. Pagava-lhe a faculdade, comprou -lhe um  hyunday i10, e alugou-lhe um apartamento bem mobiliado. Carla fazia pelo menos duas viagens anuais, em férias gordas no ocidente ( com bom dinheiro no bolso) e divertia-se a grande e a francesa as espensas do namorado mais velho e casado.

João sentiu-se triste e frustrado. Jamais conseguiria competir com um kota, profissionalmente realizado e bem sucedido como Mário e se por acaso um dia o fizesse teriam de  passar muitos anos até conseguir aquela espécie de estabilidade material que Carla tanto queria.

  prostituicao ou promiscuidade ?

 

Carla por sua vez, não se importava de levar uma vida promiscua ou de prostituta desde que seus desejos fossem satisfeitos. Mário era casado, mas prometia livrar-se da mulher na primeira oportunidade e ficar com ela. Sabia que ele não falava a verdade. Que ele jamais trocaria a mulher com quem vivia a muitos anos e tinham filhos e muitas outras coisas em comum por ela. Sabia que Mário estava com ela, apenas pelo sexo, mas não se importava.

Sem que Mário soubesse no entanto, Carla também namorava Joaquim um executivo bancário, casado e com filhos.

Joaquim tal com Mário, proporcionava a Carla, não só prazeres carnais mais também o que ela mais gostava: dinheiro e outros beneficios que viam facilitar enormemente a vida da nossa kamba pistoleira.

Assim, Carla, Mario e sua esposa, Joaquim e sua esposa, estavam ligados sem o saberem.  

Carla, numa de suas viagens para o Brazil encontrou-se com João, o pretendente jovem, no avião. A conversa desenvolveu-se mais ou menos assim:

conversa desenvolveu-se mais ou menos assim:

·         João que surpresa ! Vais para o Rio ?

·         Carla, Carla, que bom ver-te - disse abraçando-a - Preciso falar-te. Porque te esquecestes de mim ?

·         Nunca de esqueci. A vida separou-nos. Sabes como é ne ? – disse ela levantando os ombros.

·         Sabes Carla, sempre gostei de ti. Por favor dá-me uma chance. Estou a terminar a faculdade, estou a trabalhar. Não sou um inútil, saberei cuidar de ti.

·         João, tenho compromisso. Mas se fores paciente, sempre há uma esperança.

Ela prometeu pensar nele, no entanto avisou-o que a vida amorosa dela era complicada. Ele disse não importar-se e que seria paciente. Combinaram então que teriam encontros discretos, atê que estivessem em condições de namorarem abertamente.  

 

 No entanto, durante a ausência de Carla, Mário enviou a esposa para Portugal onde com os três filhos passariam as férias escolares. Três longas semanas. Na semana sequinte foi para cama com uma vizinha ( que já deseja a muito, devido as provocações da senhora, que via nele um bom pagante ) .Ela trabalhava a noite, aparentemente num cabaré da ilha de Luanda. Para todos os efeitos ela era garçonete, mas fazia outros trabalhos (de cunho sexual ) desde que bem pagos. Por noite ela satisfazia sexualmente entre dois a três clientes. Várias vezes dispensava a camisinha, se o pagamento o justificasse. Durante as três  Mário envolveu-se várias vezes com a vizinha prostituta do cabaré. Quando a esposa e Carla voltaram de férias, estava tão satisfeito com a trabalhadora noturna que dicidiram encontrar-se uma vez por semana, num pequeno hotel para sessões de sexo pago. Esta vizinha e seus muitos clientes, tornaram-se assim parte do triangulo amoroso, João, Carla, Mario, Joaquim e suas esposas.