Este lugar vai ser o seu companheiro na divisão de Mambos e Problemas. Makas também são aceitaveis. Todo e qualquer problema poderá encontrar alívio aqui. Envie toda a sua carga para aqui. Não se iniba. Divida connosco o que o(a) apoquenta.

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 A Gravidez

A Gravidez

 

 A esposa estava grávida fazia já 6 meses e sua disposição para ter relações sexuais já não era a mesma.  Joazinho bem que implorava. “Maria, por favor , mesmo que seja só algo rápido”. “Maria, se me amas, me dá só um bocado de atenção”. “Maria, esta situação então assim até quando ?”.  Maria nem estava aí para ele. Viviam juntos  a 6 anos. Tinham uma filha de 4 anos. “Joazinho, seu desavergonhado, eu aqui com dores e neste estado de mãe e tú só pensas em ti e no teu prazer ?  Não vês que não estou em condições ? Alguma vez te neguei ?  Deixa-me mazé em paz e espera  la até ter o teu filho. Ainda me matas a criança se te der ouvidos“

Joazinho deseperado não via a altura em que a esposa teria o filho para poder retornar sua vida sexual com ela. Para tornar as coisas ainda mais dificéis, na rua, no bairro e no trabalho as mulheres pareciam mais atraentes do que nunca.  Roupas curtas e reveladores, corpos gingando o tempo todo, sorrisos cativantes  e conversas picantes de colegas dispostas.

Foi durante este periodo que encontrou-se com Marta, antiga colega de escola ai no Mutu Ya Kevela. Marta,  mãe solteira com dois filhos de dois relacionamentos fracassados.

“Marta, Marta, quanto tempo ! “ – gritou feliz Joazinho quando a viu. Recordaram os bons velhos tempos. Sorriram bastante. Falaram de antigos colegas e trocaram os números de telefone.

Depois daquele dia Joazinho começou a gastar muito tempo ao telefone. A principio Maria não ligava, mas depois começou a suspeitar de que algo não estava bem com o marido. Agora, não só falava ao telefone mas procurava um lugar discreto para conversar. Falava baixo. Escondia o parelho de telefone da esposa.

Começou a perder noites. Desculpava-se usando as desculpas mais esfarrapadas possiveis. “ É o dia dos homens, vou passar a noite com os rapazes”. “Vou ao estádio ver o D’Agosto” “ Mas, Joaozinho, nunca gostaste de futebol” – retorquia a esposa. “ Há sempre uma primeira vez Maria, ha sempre a primeira vez” .  Meses depois Maria dava a luz a um rapaz. Joaozinho rejubilou. Sempre quizera ter um casal. Agora sim, podia ficar descansado. Não queria mais do que dois filhos.   A vida estava dura. Se no passado os nossos kotas tiveram bwé de filhos a situação hoje tinha mudado. Ter muitos filhos era sinal de makas e problemas e ele queria viver a vida sem chatices. No fim de semana a seguir quando a esposa já estava em casa recuperada e bem disposta dicidiu dar uma festa momemorativa ao nascimento do filho. Havia música alta, funge, bagres, carnes seca, kizaca, peixe seco gostoso e todos os quitutes que tornam as festas africanas eventos apeteciveis e memoraveis. Não faltava o rei Cuca  e o bom vinho para regar o piteú.  Foi neste ambiente festivo que recebeu o telefonema. Marta chorando dizia-lhe: “ Joaozinho o pior aconteceu, estou grávida e de acordo com o medico são gemêos. O que vou fazer da minha vida ? Já tenho dois e agora mais isso ?” Joaozinho sentiu a comida azeda. Não conseguiu responder a Marta. Desligou o telefone. Compreendeu que a brincadeira fora longe demais.  Quatro filhos ! Como poderia dar aquela mensagem horrivel a Maria ? Aos seus familiares e como poderia ele suportar tamanha responsabilidade ?  

 

Resultado: 

Meteu-se numa alhada. O prazer tirado das relações sexuais fora do casamento era em muito menor do que a dor e desepero que sentia.

 

Sugestões: 

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·         Seja responsável. Não traia a esposa ou o marido. O preço que se paga é muito alto. Divórcio, desepero, medo de ser apanhado(a), e altos custos na manutenção de filhos não planeados.

·         Respeite a esposa e suporte o periodo quando ela não poder ter relações sexuais. Não cometa a insensatez  de trai-la.  Ganha-se muito pouco. Pouquissimo mesmo.

·         Não minta ao companheiro. Não traia. Nao se envolva com um terceiro(a). Angola e o mundo precisam de familias estaveis e felizes. Não pense só em si.